Dicionário Básico Indígena: o sentido que fazem as palavras
O produto educacional é resultado de uma pesquisa desenvolvida por meio do Campus Canguaretama do IFRN, a qual visou produzir e registrar dados sobre aspectos da memória histórico-cultural da comunidade indígena Eleotéreos do Katu, em Canguaretama/RN. A pesquisa foi desenvolvida e coordenada por membros do Observatório de Políticas Públicas em Educação Profissional – OppEP/IFRN/CNPq – e do Observatório da Diversidade dos Campi Caicó e Canguaretama do IFRN, respectivamente.
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O referido livro faz parte do Planejamento estratégico do Programa de Pós-graduação em Educação Profissional do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte – PPGEP/IFRN, para o quadriênio 2025-2028 e é organizado pelas professoras doutoras: Daniela Cunha Terto, Kadydja Karla Nascimento Chagas e Lenina Lopes Soares Silva, e pela doutoranda Kelly Aline Hipólito de Medeiros.
Os capítulos abordam predominantemente processos de internacionalização em pesquisa, ensino e formação de servidores e professores que são pesquisadores vinculados à educação profissional e tecnológica, com foco em políticas públicas, formação acadêmica e relatos de experiências e seus desenvolvimentos e desdobramentos quando atravessam fronteiras. Nestes, são exploradas a mobilidade estudantil e docente e as parcerias entre Brasil, Portugal, Espanha e Canadá, examinando programas de cooperação, financiamento educacional e as implicações da globalização na formação profissional. Eles também analisam experiência. -
Encerrando o percurso de pesquisa, escrita e reflexão, fica evidente que a pesquisa apresentada neste e-book é mais do que um estudo acadêmico sobre a formação profissional no contexto da Escola Pública de Trânsito do DETRAN/RN. Ele é também um testemunho de que a investigação científica pode – e deve – dialogar com as vivências, os afetos e as histórias de quem a conduz.
Ao longo das páginas, as autoras transitaram entre a objetividade dos dados e a subjetividade das experiências, entre a análise rigorosa das normativas e o olhar sensível para as pessoas que constroem, cotidianamente, a prática educativa para o trânsito. Essa fusão de dimensões revela que pensar a educação profissional para o trânsito é pensar, antes de tudo, sobre gente: seus modos de viver, trabalhar, se deslocar e conviver nas vias.


